Manual de Semiótica

 

Um livro para se aprender e entender a Semiótica, escrito por Antonio Fidalgo e Anabela gradim

Semiótica e comunicação

1.1 Sinais e signos. Aproximação aos conceitos de signo e de semiótica. 1.1.1 Os sinais chamados sinais Em português dá-se o nome de sinal a coisas assaz diferentes. Temos os sinais da pele, os sinais de trânsito, o sinal da cruz, o sinal de pagamento. Uma pergunta que se pode fazer é o que têm de comum para poderem ter o mesmo nome.

Com efeito, o mesmo nome dado a coisas diferentes normalmente significa que essas coisas têm algo em comum. Se chamamos pessoa tanto a um bebé do sexo feminino como a um homem velho é porque consideramos que têm algo de comum, nomeadamente o ser pessoa.

Que as coisas atrás chamadas sinais são diferentes umas das outras não sofre contestação. Os sinais da pele são naturais, os sinais de trânsito são artefactos, o sinal da cruz não é uma coisa que exista por si, é um gesto que só existe quando se faz, e o sinal de pagamento é algo, que pode ser muita coisa, normalmente dinheiro, que se entrega a alguém como garantia de que se lhe há-de pagar o resto. Que há então de comum a estas coisas para terem o mesmo nome? A resposta deve ser buscada na análise de cada uma delas.

 

PDF do livro "Manual de Semiótica": Manual de semiótica

 

Tags: anabela gradim, antonio fidalgo, livro, manual de semiótica

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